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Você já ouviu falar em Bitcoin, criptomoedas e blockchain? Dentro do universo de tecnologias futuras, estão entre as que mais podem trazer impacto para os negócios.
E já não são mais tão futuras assim, depois que grandes empresas começaram a aceitar pagamentos em Bitcoin, como por exemplo a Tesla, a maior fabricante de veículos elétricos do mundo.
Até mesmo alguns países têm estudado assumir o Bitcoin como a sua moeda oficial, caso do Equador, por exemplo.
Por isso é bom ficar de olho nessa tendência e entendê-las um pouco melhor.
Criptomoedas são moedas digitais, que só existem de forma virtual, e descentralizadas, ou seja, não existe um órgão central que as emita ou controle.
Bitcoin é a primeira e mais famosa delas, mas existem várias outras, afinal não há limites para se criar uma moeda digital.
Parece algo bem pouco seguro? É o que a maioria das pessoas pensam, afinal estamos acostumados com dinheiro físico, ou no mínimo controlado por bancos, que por sua vez tem o controle dos governos.
Mas a verdade é que são mais seguras que o dinheiro físico, já que é praticamente impossível criar uma moeda falsa, diferente do dinheiro impresso.
Essa segurança vem de um complexo sistema de criptografias e registros distribuídos em vários computadores pelo mundo.
Essa tecnologia, chamada de blockchain, garante que cada moeda seja única, e que ninguém consiga gastar mais de uma vez o mesmo Bitcoin.
O blockchain não está restrito às moedas digitais. Pode ser usado para garantir a autenticidade de qualquer transação digital, incluindo contratos. Por isso tem o potencial de afetar outras áreas dos negócios, eliminando terceiros em alguns casos.
Atualmente seu uso é mais comum como uma forma de investimento, do que como moeda corrente. Poucos estabelecimentos aceitam o Bitcoin, mas isso vem mudando, principalmente com a adesão oficial de alguns países, como citado acima.
Seu principal problema atual é a grande volatilidade nos valores. Um simples fato novo pode gerar perdas de mais de 20% em um único dia, como aconteceu quando a China proibiu seu uso.
Imagine receber uma grande venda em Bitcoin, e no dia seguinte seu preço desabar!
Quem usa a moeda como investimento pode esperar que ela suba de novo, mas quem está usando o dinheiro como capital de giro, corre grandes riscos.
O Banco Central brasileiro está de olho no crescente uso das moedas digitais. Uma das preocupações é o uso na lavagem de dinheiro, já que não há controle sobre as transações.
Por enquanto há planos para regulamentar o uso como investimentos. Com isso o governo espera também conseguir arrecadar impostos em cima das transações.
A regulamentação no uso comercial só entrará em pauta quando o Banco Central perceber o aumento do uso comercial da moeda. Vale lembrar que apesar de não regulamentado, não há uma proibição em seu uso.
Apesar da provocação do título deste artigo, sabemos que para a grande maioria das empresas, ainda não é hora de começar a trabalhar com moedas digitais.
Mas em algum momento elas estarão de alguma forma na vida das empresas. O Banco Central brasileiro tem estudos para inclusive criar uma moeda digital baseada no Real.
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